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A viagem
12
Número de episódio 4
Temporada 2
Número total 12
Título em Teremedó Le viaḣa
Data de estreia 4 de setembro do 2016
Lista de episódios
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A merda do cu
Coisas de Irmãs

A viagem é o episódio 4 da temporada 2 da série Coisas de Irmãs e o episódio 12 em total. Estreou-se em 4 de setembro do 2016.

Argumento Editar

O episódio começa às 6 da manhã na estação de metro principal de Bàrcinon onde a Kimberly fará uma excursão com a equipa da casa da tele-realidade. Estão a preparar-se para saírem, quando a Karla vem informar-lhe que ela também fará uma viagem com o seu curso da escola. A Kimberly pergunta-lhe para onde é que elas vão, e a Karla diz que irão de metro primeiro a Mardit, capital da “Espània”, e logo irão até Librit, capital da “Portugània”. A Kimberly diz: “O teu mesmo percurso eu fí-lo quando tinha a tua idade, todos os estudantes da escola Traball fazem esta viagem, mas vós perder-vos-eis a minha excursão em Parit e noutros lugares mais divertidos”. A Karla diz: “Tens a certeza que não irei bum dia a Parit? Se calhar, visitarei toda a Frànnia mais cedo do que tu te imaginas”. A Kimberly diz: “Se quiseres comparar-te connosco, ser-te-á difícil…” e sobe num comboio da linha 10 de metro que os levará a toda a equipa da casa até Parit.

Quando o comboio foi-se embora, a Karla apanha um comboio da linha 12 para ir até a escola, ela também tem uma excursão. Quando a Karla chega à escola, encontra o seu namorado, que a saúda dando-lhe um beijo. O namorado da Karla diz que a encontra um bocadinho rara, e a Karla diz: “A minha irmã nunca mudará”. Quando a turma já se reuniu, a professora vem levá-los a todos à estação de metro, para apanharem a linha 13 que os levará a toda a turma até Mardit, capital do país “Espània”. Quando já subiram num comboio, a Karla diz ao seu namorado que reconhece que tem um bocadinho de ciúmes para a sua irmã, mas ela tem de fazer a sua vida e chegará num dia que as duas raparigas viverão separadas, nas suas próprias casas. Depois diz-lhe: “Contigo, na nossa própria casa, tu e eu sozinhos…” e o rapaz ruboriza-se. Uma amiga da Karla, que está sentada detrás do casal, diz: “Que giro…”, depois de escutá-los. A Karla diz: “Cala a boca!”.

Enquanto isso, noutro comboio, a Kimberly está com a sua equipa viajando até Parit, e está a ser gravada o tempo todo pela televisão da Frànnia. Quando chegam a Parit, a Kimberly diz: “Por fim um bocadinho de ar!”, e começa a desfrutar da cidade. O director diz que esta cidade é enorme, tão grande como Bàrcinon, mas os monumentos e a parte mais importante da cidade encontra-se perto do rio que divide a cidade em duas partes, porque a cidade está num istmo muito comprido, e o rio divide o istmo em duas partes. Em Mardit, a Karla mais uma vez está a pensar na sua irmã, pensando que estará a desfrutar mais do que ela puder desfrutar, e que tem toda a televisão dum país gravando-a. O seu namorado pergunta-lhe que se ela estiver ali com a sua irmã sentir-se-ia melhor ou não, e a Karla diz que não o sabe, só o sabe porque não está ali. E a turma continua a visita pelas ruas da cidade, vendo os seus monumentos mais importantes.

O professor da Karla diz: “Tendes desfrutado da cidade do centro da península Bèrtika? Pois agora apanharemos de novo o comboio para irmos ao próximo e último destino: Librit, capital da Portugània. Tenho a certeza que também gostareis”. A Karla diz ao seu namorado: “Tu gostaste da cidade?” e ele responde: “Sim, e a ti como te pareceu?” e a Karla acaba respondendo-lhe: “Gostaria mais de visitar uma cidade da Terra, como Barcelona. Este é um gosto que partilho com a minha irmã Kimberly, e ademais, ela supera-me neste gosto”. E todos os da turma apanham o metro para irem ao próximo destino. Enquanto isso, em Parit, o director diz: “Os que quiserem fazer uma viagem pelo sul do país, apanharão o comboio comigo quando tiver os bilhetes”. A Kimberly quer ir, e o director aceita que ela venha, mas há outras pessoas que terão prioridade, e se não houver espaço, ficará. A Kimberly percebe-o.

A Karla e a sua turma chegam até Librit, e o professor diz que têm uma hora para visitarem a cidade sozinhos, mas têm de ir em grupos de dois ou mais pessoas. A Karla irá com o seu namorado, e diz-lhe: “Vamos fazer uma visita pela cidade, acho que esta será mais bonita do que a anterior”. O casal começa a caminhar, quando recebe um telefonema da Kimberly, e ela diz-lhe que está num comboio e vai com mais duas pessoas até o sul do país, quando o istmo acaba e começa o grande continente. Logo diz-lhe que se desculpa pelo que lhe disse anteriormente, e diz que às vezes não pode evitar ser assim. A Karla diz que a Kimberly é a sua irmã maior e às vezes a vê como um modelo para seguir, e viveram muitas aventuras juntas porque juntas podem fazer muitas coisas. A Kimberly diz: “E meter-nos em lugares proibidos”. E desliga o telefonema. A Karla e o seu namorado seguem o passeio pela cidade.

Depois da viagem ao sul do país Frànnia, as três pessoas que foram nesta extensão da viagem juntam-se com o resto da equipa e as câmaras de televisão na estação de Parit, e toda a equipa volta a casa. A Kimberly diz que ao menos, quando esteve no sul do país Frànnia, não havia câmaras de televisão gravando-a, e diz que reconhece que se está a cansar de ter tantas câmaras angustiando-a. A equipa chega à estação de Bàrcinon, e a Kimberly encontra-se com a Karla e o seu namorado. Eles três decidem fazer outra visita às instalações secretas da montanha, e desta vez ensinar-lhas-á ao namorado da Karla. O namorado da Karla diz que não sabe se tomar o controlo dos oficiais que estiverem a vigiar servirá agora que sabem todos os seus truques, mas a Karla diz que já pensarão nalgum plano, e podê-lo-ão planear no caminho. O namorado da Karla diz que não sabe por que é que elas dois têm tanto interesse nessas instalações.

O três vão de metro até Tarràkonon, e logo sobem a montanha a pé. Quando chegam até as instalações da FEF, encontram que tudo foi destruído e não fica nada do que havia, isto é, alguém tirou todos os computadores e aparelhos de alta tecnologia dali, e a Kimberly acha que a FEF não quer que elas descubram mais sobre a linha temporária original e sobre as suas origens. A Karla diz que se calhar têm de esquecer-se de toda essa informação que viram, mas a Kimberly diz que acha que o almirante 21 quer que o saibam, ainda que a FEF lho impeça. A Karla diz: “Como é que tu sabes com tanta certeza o que o almirante 21 quer? O vosso vínculo só poderia ser possível com uma ligação, como uma fusão mental. Será que ele te fez uma fusão mental?” e rapidamente a Kimberly diz que não, mas tem razão quando diz que poderia haver um vínculo, mas não sabe de onde provem. A Karla propõe voltar para casa.

Na casa da tele-realidade, o director diz-lhe à Kimberly que o momento de irmãs que ela lhe pediu para estar com a Karla durou demasiado tempo, e os espectadores querem estar informados de tudo o que aconteça na casa. A Kimberly diz que tentou ir depressa, e o director diz que no contrato ela assinou várias coisas, e entre elas estava que a televisão saiba sempre onde está ela. A Kimberly diz que o percebe, e vai à sua habitação. Então, o director apanha um comunicador estranho parecido a um telemóvel mas diferente e com uma tampa, abre a tampa e diz a alguém que acha que as pessoas que estão a procurar são a Kimberly e a sua irmã Karla. Então aparece o Yusma num local desconhecido, e diz que recebeu a mensagem e diz ao director da casa que tem de vigiar todos os seus movimentos. O director diz que fará o que o Yusma quiser, e termina a mensagem. Então o Yusma diz à İhi Kadse do Universo Espelho que têm de evitar que esta informação chegue às mãos da regenta Andrea, a İhi do Universo Espelho diz que seguramente ela já o sabe mas ainda não quer fazer nada, e termina o episódio.